Viver autenticamente

janeiro 30, 2010

Para viver a vida que você quer, você deve ser quem você é. Isso pode soar como um bonito jogo de palavras, mas pense a respeito. Você pensa seus próprios pensamentos? Você sonha seus próprios sonhos? Você determina suas próprias metas? Ou você os pega emprestados de outros? Ter mais e mais do que você não quer realmente não lhe trará felicidade. A vida que você deseja não está em seguir os sonhos de outros, a idéia de outros sobre o melhor lugar para viver, ou a idéia de outros sobre o melhor carro para dirigir. A verdadeira felicidade e realização requerem que você tenha coragem de ser você mesmo. Existe uma razão para você querer as coisas que você quer. Você é a pessoa melhor equipada para alcançá-las. Quando você perseguir o que você realmente deseja da vida, então você estará satisfazendo seu conjunto de oportunidades, dando sua própria e especial contribuição, criando valores como só você pode fazer. Seja você de verdade. Você e o mundo inteiro serão mais ricos com isso.


Visita ao Sala de Star

janeiro 29, 2010

Essa semana, quando fui para o meu programa na TV Beira Rio, o Piracicaba Agora, visitei as gravações do programa da minha amiga e colega de trabalho Vera Lúcia, o Sala de Star. Era a estréia do novo cenario, que ficou lindo. A matéria foi ao ar ao vivo e ficou muito legal. A Tv Beira Rio pode ser sintonizada em Piracicaba no canal 32 UHF, no 21 da NETe em todo planeta pela internet  http://www.tvbeirario.com.br


Rádio Educadora AM e o Show do Paulo Eduardo

janeiro 29, 2010

Seguem alguns números de como o nosso programa na Rádio Educadora AM de Limeira e a própria Rádio Educadora não param de crescer na preferência dos ouvintes:


Mensagem nova

janeiro 26, 2010

Tem mensagem nova na página do Padre Marcelo Rossi aqui no blog. Não perca!


A Montanha

janeiro 24, 2010

Propagandas antigas

janeiro 24, 2010

Volte no tempo com propagandas antigas no rádio. Veja as que voce se lembra…


Maledicência

janeiro 22, 2010

No livro “A essência da amizade”, encontramos um precioso texto de autoria de Huberto Rohden, que trata da velha questão da maledicência.  Com o título de “Não fales mal de ninguém”, o referido autor tece os seguintes comentários: “Toda pessoa não suficientemente realizada em si mesma tem a instintiva tendência de falar mal dos outros.  qual a razão última dessa mania de maledicência? e um complexo de inferioridade unido a um desejo de superioridade. Diminuir o valor dos outros dá-nos a grata ilusão de aumentar o nosso valor próprio.  A imensa maioria dos homens não está em condições de medir o seu valor por si mesma. Necessita medir o seu próprio valor pelo desvalor dos outros.  Esses homens julgam necessário apagar luzes alheias a fim de fazerem brilhar mais intensamente a sua própria luz. São como vagalumes que não podem luzir senão por entre as trevas da noite, porque a luz das suas lanternas fosfóreas é muito fraca.  Quem tem bastante luz própria não necessita apagar ou diminuir as luzes dos outros para poder brilhar. Quem tem valor real em si mesmo não necessita medir o seu valor pelo desvalor dos outros.  Quem tem vigorosa saúde espiritual não necessita chamar doentes os outros para gozar a consciência da saúde própria.”(…)  “As nossas reuniões sociais, os nossos bate-papos são, em geral, academias de maledicência. Falar mal das misérias alheias é um prazer tão sutil e sedutor – algo parecido com whisky, gin ou cocaína – que uma pessoa de saúde moral precária facilmente sucumbe a essa epidemia.”  A palavra é instrumento valioso para o intercâmbio entre os homens. Ela, porém, nem sempre tem sido utilizada devidamente.  Poucos são os homens que se valem desse precioso recurso para construir esperanças, balsamizar dores e traçar rotas seguras.  Fala-se muito por falar, para “matar tempo”. A palavra, não poucas vezes, converte-se em estilete da impiedade, em lâmina da maledicência e em bisturi da revolta.  Semelhantes a gotas de luz, as boas palavras dirigem conflitos e resolvem dificuldades. Falando, espíritos missionários reformularam os alicerces do pensamento humano.  Falando, não há muito, Hitler hipnotizou multidões, enceguecidas que se atiraram sobre outras nações, transformando-as em ruínas. Guerras e planos de paz sofrem a poderosa influência da palavra. Há quem pronuncie palavras doces, com lábios encharcados pelo fel. Há aqueles que falam meigamente, cheios de ira e ódio. São enfermos em demorado processo de reajuste. Portanto, cabe às pessoas lúcidas e de bom senso, não dar ensejo para que o veneno da maledicência se alastre, infelicitando e destruindo vidas. Pense nisso! Desculpemos a fragilidade alheia, lembrando-nos das nossas próprias fraquezas. Evitemos a censura. A maledicência começa na palavra do reproche inoportuno. Se desejamos educar, reparar erros, não os abordemos estando o responsável ausente. Toda a palavra torpe, como qualquer censura contumaz, faz-se hábito negativo que culmina por envilecer o caráter de quem com isso se compraz. Enriqueçamos o coração de amor e banhemos a mente com as luzes da misericórdia divina. Porque, de acordo com o Evangelho de Lucas, “a boca fala do que está cheio o coração”. Pensemos nisso.